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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Excelente experiência na Reserva da Faia Brava !


Divulgamos com alegria o relato de mais dois voluntários que participaram na campanha de vigilância de incêndios.


"Excelente experiência!
Uma forma muito diferente mas inspiradora de descansar ao mesmo tempo que se dedica todo o tempo à natureza e se desfruta de paisagens ricas e da companhia de vários animais lindíssimos.
Dormir na reserva é uma oportunidade a não perder pois a noite com os seus sons, cheiros e infinitas estrelas é um encontro fascinante com a natureza.
O Marco é um fantástico anfitrião, super atencioso, que partilha muitos detalhes e curiosidades da reserva.
São dias que nos preenchem por completo, entre a sensação de ajudar a vigiar a reserva e o prazer de desfrutar da natureza."

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Pedido de Voluntariado

Procuramos um/a voluntário/a para nos ajudar com alguns inquéritos sobre o conhecimento da Rede Natura 2000 na região, no âmbito da iniciativa Rewilding Europe.

O trabalho implica deslocações de carro na região do Vale do Côa – Figueira de Castelo Rodrigo, Vila Nova de Foz Côa, Pinhel, Almeida e Sabugal – e empatia com as pessoas para proceder aos inquéritos. Seriam cerca de 5 dias em total, que podem ser feitos de seguida ou intervalados, até ao final de Agosto.

Será também uma óptima oportunidade para conhecer o trabalho desenvolvido pela ATN, assim como a Reserva da Faia Brava e a área de Rewilding do Oeste Ibérico.

Caso tenha interesse, contacte-nos para geral [arroba] atnatureza.org

Muito obrigado desde já!



quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Uma aventura na Reserva_by Voluntários Fábio e Rúben



Vigilância contra fogos na Faia Brava, uma experiência escrita na 1ª pessoa
 
Dia 1 – O Início
Acordámos extremamente motivados com o começar do dia da nossa pequena aventura. Por volta das 14h, pegámos nas mochilas e tenda e partimos em direcção ao destino, a Reserva da Faia Brava. Uma zona selvagem a cerca de 4 km da aldeia mais próxima (Algodres), uma zona completamente isolada.  





Depois de feitas as apresentações e de irmos buscar algum material para a nossa estadia, a B. (técnica de comunicação da ATN), explicou-nos o projecto e minutos depois estávamos a caminho da Reserva com o R. Chegados ao nosso “spot”, o R. (técnico florestal da ATN) deu-nos um mapa e desejou-nos “boa sorte”.

Montámos a tenda, enquanto ainda era dia (importante referir que não existe eletricidade, água canalizada ou rede telefónica). Posto isto, tomámos um duche com água à temperatura ambiente num chuveiro improvisado – vulgo, um bidon (ou bidão?). Fomos jantar, comida da Mamã que trouxemos, aproveitando a ainda pouca luz do Sol que existia.

Eram 21:30h quando os últimos raios de Sol desapareceram. A partir dessa hora até à hora em que estamos agora a escrever, é noite cerrada (temos uma lanterna para conseguirmos escrever). Não vemos nada, nem ninguém. Só ouvimos os sons emitidos pelos animais nossos vizinhos, sendo estes um tanto ou quanto estranhos. Chegámos agora à conclusão que o nosso silêncio aqui é perturbador. Enfim, vamos dormir.

Dia 2 – A Exploração
Depois de algumas (poucas) horas de sono, eram 8h da manhã quando acordámos. Estava um calor imenso logo pela manhã. Depois de toda a higiene pessoal (possível), fomos tomar o nosso pequeno-almoço na cozinha improvisada, mas, para nosso espanto, deparámo-nos com um outro fiel companheiro, um rato (a que chamámos Zé Afonso) que nos acompanhou na refeição. De seguida, partimos para fazermos algum reconhecimento da zona. Caminhámos por entre trilhos de média dificuldade (média pois a vegetação era um pouco densa e o caminho bastante pedregoso).

Ao regressarmos à base, avistámos três raposas, uma das quais olhou-nos fixamente e deu-nos a entender a sua vontade em nos liquidar, contudo, elas seguiram o seu caminho e nós o nosso. Após o almoço, pusemos mãos à obra. Deslocamo-nos para o nosso ponto de vigia, onde tínhamos como objectivo vigiar toda uma vasta área, e em caso de incêndio (ou qualquer outro problema) alertar as autoridades competentes. 

Avistámos (com os nossos olhares de Falcão) uma extensa coluna de fumo, e, como era nossa obrigação, avisámos as autoridades. O incêndio foi extinto o mais rápido possível. Após o término do nosso trabalho árduo regressámos à nossa humilde casa (tenda) com a sensação de dever cumprido. Realizámos todas as necessidades fisiológicas e lanchámos enquanto aguardávamos por uma equipa de campo que nos viria buscar mais tarde. 

Por volta das 18:30h, em conjunto com a equipa de campo, percorremos a reserva a fim de observarmos a fauna existente, ajudando assim o E. (técnico de monitorização da ATN). Avistámos assim, alguns coelhos, vacas, perdizes, um javali e duas cobras, uma das quais venenosa, o que se tornou no momento mais tenso do dia (importante referir que os trilhos eram de elevado grau de dificuldade).

Quando chegámos à base era praticamente noite. Tomámos assim um duche rápido e enquanto jantámos era já noite cerrada. Após isto, decidimos ir para a tenda. Foi um dia estafante pois percorremos cerda de 16 km a pé. Vamos agora dormir, até amanhã.
PS: Passados cerca de 30 minutos depois do fecho de edição do nosso diário, ouvimos um barulho estranho proveniente do exterior da tenda. De arma (naifa) em punho e lanterna na mão decidimos enfrentar o que quer que fosse. Afinal era apenas uma das espigas que se tinha soltado e aquilo era o som do impermeável a bater na tenda. Enfim
 
Dia 3 – Contacto com a Civilização
Devido ao desgaste do dia anterior, acordámos por volta das 9h. Fizemos a nossa rotina habitual. Tomámos o pequeno e reparámos que o tempo estava diferente. O calor insuportável dos dias anteriores continuava, porém o ar tornara-se bastante pesado devido à nebulosidade. Neste dia decidimos fazer uma abordagem diferente, para começar caminhámos até à aldeia mais próxima (que fica a 4km), para fazermos uma refeição mais nutritiva, pois os alimentos que possuímos na caserna não são suficientemente energéticos.
Chegados à aldeia, almoçámos e trocámos dois dedos de conversa com o senhor J. (proprietário do restaurante onde comemos). Voltámos então ao trabalho. Desta vez decidimos ir para um posto de vigia diferente. Após 5h de vigia intensa, regressámos à base, completamente exaustos. Mas ainda tínhamos pela frente a tarefa de regar o viveiro florestal. Depois disto, reparamos que o céu, mais propriamente na zona Sudoeste estava com nuvens um pouco negras. Não augurámos nada de bom. 

Chegou então a hora do nosso tempo de reflexão. Cada um de nós foi para o seu sítio e reflectimos durante cerca de 1h30m. De seguida decidimos ir tomar um duche, todavia a água estava completamente gelada pois o Sol não foi suficiente para a aquecer.. Grrr, que frio! 

A certo momento do dia deparámo-nos com uma visita inesperada. A B. veio visitar-nos e trouxe um amigo muito curioso, trouxe-nos também umas cervejas para bebermos. Depois de uma troca de palavras decidimos ir dar um passeio para abrir o apetite para o jantar, visitámos assim um pouco da encosta do Vale, e como ficava em caminho, fomos ao local de alimentação dos abutres. 
Avistámos por aí alguns abutres (grifos e abutre do egipto), um deles com cerca de 3m de envergadura e com mais de 5 kg de peso. Poderoso! Ficámos bastante impressionados com a envergadura do bicho. 

Chegámos à base e estivemos no “bate-papo” com os nossos visitantes. Com isto ficámos a saber que o R. (amigo que veio com a B.) estava a realizar a Grande Rota do Vale do Côa (200KM), sozinho, a pé, apenas com o saco-cama e alguns trapos às costas. Um autêntico vagabundo da floresta. Impressionante. 

Quando eles nos deixaram na nossa solidão, já era noite. Enquanto jantávamos com apenas uma lanterna (pois a outra tinha-se estragado na noite anterior), avistámos fortes relâmpagos e trovoada. Depois de uma breve conversa entre nós, decidimos irmo-nos deitar. Agora, enquanto escrevemos estas palavras a trovoada lá fora faz-se sentir (ainda bem que não chove). Vamos (tentar) dormir. Até mais.

Dia 4 – O Regresso Prematuro
Acordámos por volta das 8h da manhã com uma forte tempestade, chuva e vento fortes. A tenda, aparentemente intacta, estava a começar a ficar encharcada e começou a entrar água. Levantámo-nos rapidamente e, claro está, desmontámos o mais rápido que as condições meteorológicas permitiram a tenda antes que fosse levada por a tempestade. 

A nossa aventura teria que terminar por ali, pois não existiam condições para continuarmos. Assim acabou a nossa aventura na Reserva da Faia Brava.

Foi uma enorme experiência que nos ajudou a crescer bastante enquanto pessoas e a dar valor a certas coisas do dia-a-dia como um duche quente, uma cama para dormir ou então uma refeição quente, mas o que mais nos surpreendeu foi o enorme conhecimento biológico e as histórias engraçadas que os nossos orientadores (B., E., R., etc) têm

Divertimo-nos bastante, apesar dos momentos menos agradáveis por que passámos. Aconselhamos toda a gente a fazer o mesmo, e quem sabe, talvez um dia possamos repetir com mais amigos.

Esperamos agora uma nova aventura!
Fábio Santos e Ruben Simão
Este diário é baseado em factos verídicos (contém algumas hipérboles), e foi cedido pelos autores à Associação Transumância e Natureza

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Verão na Faia Brava | Summer @ Faia Brava

Neste verão, traz um amigo e vem ajudar a vigiar a Reserva da Faia Brava. A ATN procura indivíduos com mais de 18 anos, que tenham gosto em preservar e conservar áreas naturais, que tenham espírito de aventura e sejam responsáveis e autónomos. Os voluntários pdoem definir o período e a duração do voluntariado.


Durante o período activo, os voluntários devem fazer a rega do viveiro florestal e garantir a vigilância contra incêndios durante um período do dia, definido previamente pela ATN.


Sempre que desejarem, os voluntários podem acompanhar a equipa de campo ou o responsável de monitorização, visitas ou outros trabalhos a decorrer na Reserva da Faia Brava.

O voluntário tem a possibilidade de acampar na Reserva da Faia Brava, no centro de recepção ao visitante, onde existe material de cozinha, duches com água à temperatura ambiente e casas-de-banho. Tem ainda a possibilidade de ficar acantonado no salão da Junta de Freguesia, com as condições semelhantes às da Faia Brava, mas estando no centro da aldeia de Algodres (a ATN disponibiliza uma cama de campanha, mas o voluntário deverá trazer o seu saco-cama).

O voluntário pode utilizar gratuitamente as infra-estruturas no local de acampamento ou no salão e terá direito a um seguro de acidentes pessoais.


Se ficar a acampar, estará a cerca de 3,5km de Algodres, a aldeia vizinha, onde pode encontrar um mini-mercado e café/restaurante. Deve trazer o seu material de campismo (em caso de não dispor, a ATN pode emprestar uma tenda) e, se quiser, a sua bicicleta. As refeições e despesas de deslocação até Figueira de Castelo Rodrigo ficam ao encargo do voluntário, mas a ATN garante o transporte até à Reserva da Faia Brava no primeiro e último dia, para o transporte do material.

Aproveita esta experiência única de acampar em plena área protegida. Acreditamos que se for partilhada com um grupo de amigos será certamente inesquecível.

Os interessados devem contactar a ATN para o 271 311 202/91 467 8375 ou para geral@atnatureza.org.


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This summer bring a friend and come for fire surveillance at the Faia Brava Reserve. ATN is looking for people over 18 years, that likes to preserve and protect nature areas, that has an adventurous spirit and is responsible and autonomous. You can choose the period that suites you the most.


During the working period, volunteers should help watering the tree nursery and ensure fire surveillance for a period previuously defined by ATN.
Whenever wanted, volunteers can help the field team or the responsible of monitoring fauna and flora, or can join the guides on visits or other activities going on at the Faia Brava Reserve.

Volunteers can camp at the Reserve, where there is kitchen material, showers with non heated water and toilets. Volunteers can also stay in a saloon from the Parish, with similar conditions of those at the camp site, but if you prefer the last option you will stay in the center of the village (ATN can give a camp bed but you should bring your own sleeping bag).

Volunteers have the right to stay in one of the places mentioned above and they will have an insurance.

If you decide to camp, you will be around 3,5 km away from the nearest village, where you can find a grocery shop and a cafe/restaurant. If you are willing to camp, ATN can lend you a tent but you should bring your sleeping bag and matress. Meals and travel expenses to reach Figueira de Castelo Rodrigo should be payed by the volunteersm but ATN will ensure travels on the firts and last day to the camp site.

Come have an unique experience: camping in a protected area. We believe if you shared with a group of friends, it will be an unforgettable experience.

If you are interested please contact ATN to +351 271 311 202/ +351 91 467 8375 or to geral@atnatureza.org.

segunda-feira, 10 de março de 2014

FAPAS organiza plantação de árvores na Faia Brava


O FAPAS - Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens, parceiro da  ATN e proprietário de um terreno na Reserva da Faia Brava, organizou este fim-de-semana uma plantação de sementes no seu terreno.

No total foram plantados 5kg de bolotas de sobreiro e azinheira. 

O nosso muito obrigado ao FAPAS e a todos os voluntários que contribuíram. Semente a semente, vamos reflorestando este belo Vale do Côa!

 Espreitem também o facebook do FAPAS, aqui.


FAPAS (Fund for the Protection of Wild Animals), partner of ATN and owner of a piece of land inside the Faia Brava Reserve, organized a seed plantation this weekend, on their property.

In total 5 kg of Cork and Holm Oak acorns were sown.

ATN wants to thank FAPAS and all volunteers that made this achievement possible. Seed by seed, we will help reforest this beautiful Côa Valley.

Take a look also on their Facebook page.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Voluntários precisam-se!

Começámos a 2ª fase de marcação da Grande Rota e precisamos de mãos valentes para colocar postes direccionais e pintar. Quem quer vir ajudar?


Entre os meses de Setembro e Dezembro mais de 20 voluntários passaram por cá para dar o seu contributo, ajudando a pintar as marcas e colocar postes. Mas ainda nos faltam muitos quilómetros para alcançarmos os 222!

A Grande Rota do Vale do Côa é um trilho pedestre que neste momento conta com 26 km marcados entre Castelo Melhor (Vila Nova de Foz Côa) e Cidadelhe (Pinhel), vai ser alargada. O renovado percurso vai estender-se ao longo de cerca de 222 kmentre a nascente e a foz do rio Côa, atravessando os concelhos do Sabugal, Almeida, Pinhel, Figueira de Castelo Rodrigo e Vila Nova de Foz Côa. Adicionalmente, o percurso irá agora incluir 3 valências: pedestre, equestre e BTT.



VOLUNTARIADO
A equipa da ATN recebe voluntários de 2ª a 6ª. Os voluntários podem escolher a melhor altura para vir e colaborar, bastando entrar em contacto connosco através do +351 271 311 202 ou do email (geral@atnatureza.org) para saberem a disponibilidade da equipa de campo.

Se vier de longe, a ATN disponibiliza local para pernoitar, com acesso a wc's e duches. Bastará trazer o seu saco-cama e colchonete.

Pedimos a todos os interessados ajuda na divulgação. Obrigado.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Procuram-se voluntários para a Grande Rota do Vale do Côa

Conhece o vale do Côa?
Costuma realizar percursos ao longo do rio ou tem informação sobre percursos existentes (pedestres, btt ou equestres)?
Conhece locais de interesse singular?
Gostava de participar na criação de um percurso pedestre ao longo do Côa?

Então esta mensagem é para si.

O QUE É A GRANDE ROTA DO VALE DO CÔA?



A Grande Rota do Vale do Côa, trilho pedestre que neste momento conta com 26 km marcados entre Castelo Melhor (Vila Nova de Foz Côa) e Cidadelhe (Pinhel), vai ser alargada. O renovado percurso vai estender-se ao longo de cerca de 200 kmentre a nascente e a foz do rio Côa, atravessando os concelhos do Sabugal, Almeida, Pinhel, Figueira de Castelo Rodrigo e Vila Nova de Foz Côa. Adicionalmente, o percurso irá agora incluir 3 valências: pedestre, equestre e BTT.



No âmbito deste projecto de alargamento da Grande Rota do Vale do Côa, promovido pela Associação de Desenvolvimento Regional Territórios do Côa, a ATN estará a marcar o trilho de Setembro a Novembro.



VOLUNTARIADO
A equipa da ATN vai receber voluntários durante todo o período de marcação. Os voluntários podem escolher a melhor altura para vir e colaborar, bastando entrar em contacto connosco através do +351 271 311 202 ou +351 912 196 778 para saberem a disponibilidade da equipa de campo.

Precisamos de apoio na limpeza dos trilhos, na instalação de postes de indicação e na pintura de marcas da Grande Rota.

Se vier de longe, a ATN disponibiliza local para pernoitar, com acesso a wc's e duches. Bastará trazer o seu saco-cama e colchonete.

Pedimos a todos os interessados que queiram participar neste projecto para nos contactarem via email (geral@atnatureza.org) ou através dos telefones (+351 271 311 202).











sexta-feira, 28 de junho de 2013

International Work Camp | Campo de Trabalho Internacional


QUANDO? WHEN?
 De 19 a 30 de Agosto vamos receber mais um Campo de Trabalho Internacional, cujo tema é a Grande Rota do Valo do Côa - da nascente à Foz. 

From the 19th to the 30th of august, there will be an International Work Camp, which main theme is Côa Valley Grand Rout - from spring to river mouth.

O QUE VOU FAZER? WHAT AM I GOING TO DO?
O desafio é fazer a desmatação e marcação de um trilho de longa distância - cerca de 200km.  Serão recuperados antigos percusos pedrestes ao longo do Côa e reconstruídas infraestruturas rurais tradicionais existentes da Reserva da Faia Brava.

The challenge is to do the cleaning and marking of a long distance trail - about 200km. Old pedestrian trails along Côa River will be recovered, and traditional infraestuctures will be reconstructed, at Faia Brava Reserve.

O QUE VOU APRENDER? WHAT WILL I LEARN?
Os participantes vão receber informação teórica e prática sobre a Reserva da Faia Brava, sobre o património natural e o planeamento e implentação de trilhos pedestres, que vai ser dada por técnicos da ATN e outros especialistas. 

Estão ainda incluídas actividades culturais como uma visita guiada à faia Brava, visita à Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo e uma visita ao Museu e às Gravuras do Côa.

The participants of this work camp will receive theoretical and practical training about the Faia Brava Reserve, about the existing natural heritage and about the planning and implementation of pedestrian trails, which will be given by ATN technicians and other specialists.

As cultural activities, it is also included a guided tour to Faia Brava, a visit to the storic village Castelo Rodrigo, and a guided visit to Côa Museum and engravings.



O QUE ESTÁ INCLUÍDO? WHAT IS INCLUDED?
Os participantes do Campo de Trabalho Internacional vão acampar na Reserva da Faia Brava, com as tendas da Associação Transumância e Natureza. As refeições, deslocações até à Reserva, actividades culturais e seguro de acidentes pessoais estão incluídos no preço de cada participante, sendo este 200€. As inscrições devem ser feitas até dia 10 de Agosto, com o pagamento de 50€ no acto da inscrição, para garantir a reserva do lugar.

Participants will stay at Faia Brava Campsite, with ATN's tents. Meals, travels to the Reserve, cultural activities e personal safety insurance are all included in the price, which is 200€ per participant. Subscriptions should be made until de 10th of August, with the payment of 50€ to insure their place.



A Grande Rota tem actualmente 25 km, sendo que 15 km atravessam a Reserva da Faia Brava. Agora a Grande Rota vai começar em Foios, Sabugal e terminar em Foz Côa, no Museu.
Côa Valley Grand Route has now 25km, 15km crossing Faia Brava Reserve.
Now the Grand Route will start in Foios, Sabugal and end in Foz Côa, at the Museum.

Para mais informação contactar por favor / For more information, please contact:
Bárbara Pais - barbara.pais@atnatureza.org
+351 271 311 202

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sábados do Abel: em Abril trabalhos mil



20 de Abril - Beneficiação do Caminho da Sabóia

Tendo em conta alguma deterioração que o caminho para a Sabóia (o principal e único espaço devidamente preparado para receber visitantes à FB e caminhantes da Grande Rota) teve durante o passado Inverno, mas principalmente devido à boa vontade do sócio Rui Torres (agricultor biológico na vizinha aldeia de Quinta de Pero Martins) que ofereceu o seu trabalho e a utilização do seu trator com pá-frontal e atrelado, um pequeno grupo de voluntários realizou a árdua tarefa de beneficiar o pavimento nos troços mais degradados do caminho entre Algodres e a dita Sabóia.



O trabalho constou de espalhar 4 reboques grandes de saibro nos troços mais degradados, preenchendo os buracos maiores. Para além de espalhar o saibro, o Abel e o António picaram um conjunto numeroso de pequenas rochas salientes no caminho procurando assim a melhor possível regularização do caminho. Foram ações de pouca potência mas a ideia também não era andar com maquinaria pesada, nem dinamite, nem transformar o caminho numa auto-estrada…..  Muito ficou por fazer e tratou-se apenas de um contributo para poupar as viaturas da ATN nas travessias deste caminho e procurar receber melhor os visitantes que se aventuram a levar as viaturas até à Sabóia (daí para dentro da faia Brava só mesmo a pé…. e ainda bem). A pouco e pouco este caminho tem vindo a melhorar, em grande parte devido às beneficiações que a Junta de Freguesia de Algodres 8ª quem agradecemos) tem feito anualmente.



Ficam os agradecimentos ao Rui Torres (pelo inexcedível trabalho e pelo muito que tem vindo a ajudar a Faia Brava que também é a sua Faia Brava), ao Sr. Manuel Marques (empresário e empreendedor de Algodres, que cedeu gratuitamente o saibro e um atrelado com báscula para este trabalho) e a todos os voluntários.

 

Voluntários envolvidos: 6 (Rui, Hélio, Jorge, Daniel, António, João Coito)



27 de Abril – “Defencing” Retirada de uma porção de 1200 m de vedação no interior do cercado dos cavalos-vacas no Cachão.


Os amigos holandeses que também andam nestas lides de criar espaços para a natureza selvagem, usando para esse efeito grandes herbívoros, chamam “defencing” à tarefa de retirar vedações de confinamento de herbívoros quando as mesmas já não são necessárias. A retirada das tais vedações obsoletas é para eles um momento importante pois consideram (sempre que é possível em termos de ampliação dos espaços naturais) como muito positivo em termos vida selvagem retirar as barreiras que na prática impedem muitos dos animais silvestres de se moverem livremente nos tais ditos espaços naturais.



No nosso caso tratou-se de retirar a porção com cerca de 1000 m de vedação de um “parque” que foi instalada em 2008 que denominados de Murada-Cachão com cerca de 100 hectares, que confinava com o “parque” instalado em 2012 ou parque novo ou parque da casa Grande com cerca de 250 hectares. Fica assim um único parque com 350 hectares. A alegria de fazer “defencing” é de facto grande pois na prática retira-se uma barreira para a fauna, dá-se mais um passo no sentido de renaturalizar os herbívoros (garranos e maronesas) a espaços mais próximos de situações naturais. Outro aspeto importante foi o de retirar a fiada superior em arame farpado (que em 2008 ainda fizemos… erradamente… mas que já não repetimos na vedação nova) que provavelmente é muito perigosa para a fauna nomeadamente aves.  Os postes de ferro e a rede ovelheira foi guardada no sentido de ser reutilizada na futura expansão dos parqueamento dos grandes herbívoros.



Foi assim uma jornada, de grande trabalho fisico, mas de grande alegria por sentirmos que estávamos mesmo a criar mais espaço para a a Natureza. 





O nosso obrigado aos voluntários envolvidos: 5 (Jorge, Daniel Reto, António, 2 amigos holandeses da Fundação Ark que estavam e passagem e nos deram uma preciosa ajuda)