Um projecto construído em conjunto com a comunidade local, para conservar uma das maiores manchas de sobreiro do distrito da Guarda.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
A nova brochura sobre a ZIF Algodres/Vale de Afonsinho
Conheça a Zona de Intervenção Florestal Algodres/Vale de Afonsinho através da nossa nova brochura digital.
Um projecto construído em conjunto com a comunidade local, para conservar uma das maiores manchas de sobreiro do distrito da Guarda.
Um projecto construído em conjunto com a comunidade local, para conservar uma das maiores manchas de sobreiro do distrito da Guarda.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Associação Transumância e Natureza announces partnership with 1% for the Planet
Associação Transumância e Natureza (ATN) is a new nonprofit partner of 1% for the Planet, an alliance of over 1,380 member companies in 43 countries that give one percent of revenues to environmental causes.
ATN is now eligible to receive donations from 1% member companies, placing them among a diverse, global network of environmental organizations. 1% member businesses fuel this non-profit network through their annual contributions, which totaled over $22 million in 2010. Partnership with 1% greatly expands the potential pool of funding to which ATN can look to for support.
Newly approved ATN contributes to a healthier planet by conserving, valuing, studying and promoting the natural heritage of Northeast Portugal, through sustainability and community participation, by managing and protecting natural areas. This local organization has created and manages the first private protected área in the country, the Faia Brava Reserve.
Over 2,300 non-profits worldwide are included in the 1% network, and over $70 million has been funneled to its nonprofit partners to date. “The intent of 1% for the Planet is to help fund these diverse environmental organizations so that collectively they can be a more powerful force in solving the world’s problems,” Yvon Chouinard, founder of 1% for the Planet.
“We have the profound conviction that the civil society should have an active role in protecting the ecological heritage and that the Faia Brava Reserve, which in fact is the conservation of a place where nature is the most important value, is also a positive factor for the socioeconomic and cultural growth of the region. Faia Brava is owned by everyone and should be enjoyed by everyone.” António Monteiro, Presidente da Direcção da ATN
About 1% for the Planet
Started in 2002 by Yvon Chouinard, founder and owner of Patagonia, and Craig Mathews, owner of Blue Ribbon Flies, 1% for the Planet is a growing global movement of over 1,350 member companies in 43 countries that donate one percent of their sales to environmental organizations worldwide. Each day, more than one new business joins the 1% for the Planet movement. As a network, the 1% community has become a frontrunner in funding the work of environmental groups around the world. To learn more about 1% go to: www.onepercentfortheplanet.org
Associação Transumância e Natureza (ATN) is a local Portuguese environmental NGO, created in 2000, whose mission is to conserve, value, study and promote the natural heritage of Northeast Portugal, through sustainability and community participation, by managing and protecting natural areas.
Since 2000, ATN has reinforced its presence at the Côa Valley Special Protected Area (Natura 2000), where today it owns 800 hectares of land, managed exclusively for nature conservation. This property was recently classified by the government as the first private protected area in the country. It is also part of one of Rewilding Europe’s pilot areas (Western Iberia), an initiative aiming to rewild Europe’s abandoned natural areas and developing sustainable and wilderness tourism activities.
Faia Brava’s annual budget is around 150 000 euros. For the implementation of the activities described on its management plan, ATN uses several funding strategies. ATN does not receive funding from the government and depends exclusively on support from members, donors, from the sale of products and services derived from the project, as well as from national and international funding submitted in proposals.
For more information, contact:
Melody Badgett, 1% for the Planet
melody@onepercentfortheplanet.org
A Associação Transumância e Natureza anuncia parceira com 1% for the Planet
A Associação Transumância e Natureza é um novo parceiro português da 1% for the Planet, uma aliança de mais de 1380 empresas associadas em 43 países que doam um porcento do seu lucro para causas ambientais.
A Associação Transumância e Natureza é agora elegível para receber donativos de empresas associadas 1%, fazendo assim parte de uma rede global de organizações não-governamentais. As empresas associadas da iniciativa1% fornecem energia a esta rede sem fins lucrativos com os seus lucros anuais, que totalizam já mais de 16 milhões de euros em 2010. A parceria com a iniciativa 1% for the Planet expande o potencial da ATN para conseguir financiamento para os seus projectos de conservação.
A Associação Transumância e Natureza contribui para um planeta mais saudável e rico em biodiversidade através da conservação, valorização, estudo e divulgação do património natural do Nordeste de Portugal, pela via da sustentabilidade e com a participação da comunidade, através da gestão e da protecção de áreas naturais. Esta associação local criou e gere a primeira área protegida privada do país, a Reserva Faia Brava.
Mais de 2300 entidades sem fins lucrativos estão incluídas na rede 1% e, até hoje, mais de 52 milhões de euros foram canalizados para os seus parceiros sem fins lucrativos. “O papel da organização 1% for the Planet é apoiar as diversas organizações ambientais a obterem financiamento, para que juntas consigam colectivamente ser uma das mais poderosas forças para resolver os problemas ambientais do mundo” Yvon Chouinard, fundadora da 1% for the Planet.
“Temos a convicção profunda de que a sociedade civil deve ter um papel activo na salvaguarda do património ecológico e de que o projecto Reserva da Faia Brava, ou seja a preservação de um espaço onde a natureza é o valor mais importante, é um factor de dinamização socioeconómica e cultural na região. A Faia Brava é de todos e para todos.” António Monteiro, Presidente da Direcção da ATN
Sobre 1% for the Planet
Iniciada em 2002 por Yvon Chouinard, fundadora e proprietária da empresa Patagonia, e Craig Mathews, proprietário da empresa Blue Ribbon Flies, a 1% for the Planet é um movimento global em crescimento de mais de 1350 empresas associadas, de mais de 43 países, que doam 1% dos seus lucros anuais a organizações ambientais espalhadas por todo o mundo. Todos os dias, mais de uma empresa se une ao movimento 1% for the Planet. Como uma rede, a comunidade 1% tornou-se líder no financiamento de grupos ligados ao ambiente em todo o mundo. Para saber mais sobre este projecto visite o nosso website: www.onepercentfortheplanet.org
Sobre a Associação Transumância e Natureza
A Associação Transumância e Natureza (ATN) é uma organização não-governamental de ambiente, de âmbito local e sem fins lucrativos, que foi criada em 2000 e que tem como missão conservar, valorizar, conhecer e divulgar o património natural do Nordeste de Portugal, pela via da sustentabilidade e com a participação da comunidade, através da gestão e da protecção de áreas naturais.
Desde 2000, a ATN tem reforçado a sua presença especialmente na ZPE do Vale do Côa, onde hoje é proprietária de cerca de 800 ha de terreno, gerido exclusivamente para a conservação da biodiversidade. Esta propriedade, designada de Reserva da Faia Brava foi recentemente classificada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) como a primeira Área Protegida Privada do país. A Faia Brava é também uma área-piloto do projecto europeu Rewilding Europe, para a criação de áreas naturais silvestres e de desenvolvimento de turismo de natureza na Europa.
O orçamento anual para gestão da Reserva da Faia Brava é de cerca de 150 000 euros. Para implementação das acções descritas no plano de gestão da reserva, a ATN utiliza diversas estratégias para obtenção de financiamento. A ATN não é subsidiada pelo estado, dependendo inteiramente de financiamento através dos seus sócios, donativos e mecenato, vendas de produtos e serviços, e financiamento nacional e internacional alvo de candidaturas.
Para mais informação, contacte:
Melody Badgett, 1% for the Planet
melody@onepercentfortheplanet.org
+1 (802) 496-5408
quarta-feira, 28 de março de 2012
Rewilding Europe - nova brochura
A iniciativa Rewilding Europe acaba de lançar uma mega brochura. Fotos incríveis e a informação essencial sobre uma força inovadora que está a crescer na Europa no âmbito da conservação da natureza, e de que a ATN e a Faia Brava fazem parte... desde o início. Nós acreditamos na renaturalização da Europa, no regresso de espécies-chave dos ecosistemas (os grandes herbívoros, os grandes predadores) através da renaturalização de áreas abandonadas. Esta iniciativa ajuda-nos a encarar um problema (o abandono agrícola) como uma oportunidade. Embarque connosco nesta nova viagem!
terça-feira, 27 de março de 2012
A situação actual das aves necrófagas - comunicado
Na sequência da emissão de uma reportagem da RTP (Jornal da Tarde, Abutres do Tejo e do Douro passam fome, do dia 25 de Março de 2012) sobre a situação das aves necrófagas, a Associação Transumância e Natureza (ATN) vem por este meio apresentar alguns esclarecimentos sobre esta matéria.
O contexto da reportagem
A Associação Transumância e Natureza falava com os jornalistas não da seca, mas do efeito negativo que a legislação europeia tem tido nestas populações, já que a proibição de abandono de carcaças de animais domésticos no terreno faz com que as populações de aves necrófagas tenham maior dificuldade em se alimentar. Na região onde opera a ATN (ZPE vale do Côa), no entanto, verificamos que muitas vezes a legislação não é cumprida, já que há muitos animais de morrem em parte incerta, ficando de facto no terreno e não havendo lugar à recolha das carcaças.
A legislação foi entretanto alterada, permitindo aos países que possuem populações de aves necrófagas conservar estas aves, permitindo aos produtores de gado a deposição/abandono de carcaças no campo. No entanto, espera-se ainda uma decisão por parte do Ministério do Ambiente (e da Direcção Geral de Veterinária) sobre a transposição desta para a legislação nacional.
Sobre a seca e as necrófagas
A reportagem menciona um efeito negativo da seca nas populações destas aves, o que não tem qualquer fundamento científico. A haver algum efeito, este poderá, em hipótese, ser precisamente o contrário. A seca pode provocar uma mortalidade mais elevada em herbívoros domésticos ou silvestres, o que poderá aumentar a disponibilidade alimentar dos abutres.
É extremamente importante dizer que os abutres NÃO ESTÃO A MORRER À FOME. As populações de aves silvestres têm oscilações anuais consideráveis e muitos factores influenciam o seu sucesso reprodutor e a sua sobrevivência (disponibilidade alimentar, perturbação, clima, etc). Nestas populações, o primeiro ano de vida das aves é o mais crítico, registando-se SEMPRE uma mortalidade natural bastante elevada, quer no ninho, quer numa fase posterior, quando as crias iniciam a fase de dispersão e busca de alimento. É muito difícil avaliar um ano isoladamente e concluir que uma população está a morrer à fome. As entidades que efectuam o seguimento anual destas aves recolhem dados sobre o número de casais nidificantes e sobre o número de crias voadoras (o vôo da cria determina o sucesso de um casal). Os dados são analisados em séries de anos (5, 10 anos, 20 anos, etc), que permitem observar tendências na população. E são essas tendências que indicam o estado de conservação de uma determinada espécie.
A situação actual das aves necrófagas
As populações de Grifo têm de facto AUMENTADO nos últimos anos (dados da ATN referentes ao número de casais nidificantes no vale do Côa). O Abutre-negro, que estava extinto como nidificante em Portugal, voltou a nidificar de forma natural. São poucos casais ainda, mas mostram que é possível recuperar estas espécies, trabalhando ao nível dos habitats e aumentando a tranquilidade de áreas importantes para estas aves. No vale do Côa, a população de Britango tem-se mantido estável nos últimos anos, e os restos de talho colocados no campo de alimentação da Faia Brava não são mais do que um SUPLEMENTO, já que esta espécie é também caçadora e tem uma dieta extremamente diversificada.
Estas são aves com elevado estatuto de conservação, NO ENTANTO, o nosso país tem um papel importante na sua salvaguarda e deve continuar a trabalhar arduamente para a sua conservação.
Mesmo que com uma pequena ajuda de medidas de excepção e pontuais como os alimentadores de abutres, os dados de estudos científicos e do seguimento anual destas populações que é levado a cabo por associações e pelo Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade apontam para uma situação para já estável no nosso país.
A ATN e a conservação das aves necrófagas
Finalmente, a Associação Transumância e Natureza vem apresentar a sua disponibilidade total para prestar mais esclarecimentos, de forma a permitir que a população seja infomada de forma mais detalhada sobre a importância destas espécies e sobre as medidas concretas que são implementadas no terreno para a sua conservação.
Na página web da ATN podem encontrar alguns trabalhos de investigação sobre o Britango da autoria de João Godinho e Eduardo Realinho (Universidade de Aveiro) e o relatório anual sobre a situação das aves rupícolas na Faia Brava - vale do Côa.
Na Faia Brava existe um campo de alimentação de aves necrófagas, que funciona de Março a Agosto - período de presença do Britango no nosso país. Nele são colocados restos de talho (oferecidos pelos supermercados locais) e, pontualmente, carcaças de equinos, asininos e animais silvestres vítimas de atropelamentos. Este campo de alimentação é gerido para a conservação do Britango no vale do Côa e presentemente é alvo de um estudo científico que estuda o seu impacto sobre o Britango e outras espécies necrófagas da Faia Brava. Apesar de ser uma medida de conservação válida, aplicada em muitos países e que apenas fornece um pequeno suplemento alimentar a esta espécie, não deixa de ser uma forma artificial de conservar uma população. Por isso, a ATN acredita que é importante estudar de forma continua este e outro tipo de medidas e ver o seu impacto real na natureza.
Para além do alimentador, a ATN realiza o seguimento anual da época de reprodução de todas as aves rupícolas da ZPE do vale do Côa e na Faia Brava, e efectua uma vigilância apertada de todas as actividades humanas na Faia Brava. A tranquilidade das aves é uma das medidas mais eficazes para a sua conservação, para além da sensibilização da população local.
De forma a financiar o funcionamento do alimentador e apoiar o trabalho de investigação dos estudantes da Universidade de Aveiro, a ATN construiu um abrigo de observação/fotografia no interior da vedações, onde é possível observar a alimentação das aves a 10 metros de distância.
O contexto da reportagem
A Associação Transumância e Natureza falava com os jornalistas não da seca, mas do efeito negativo que a legislação europeia tem tido nestas populações, já que a proibição de abandono de carcaças de animais domésticos no terreno faz com que as populações de aves necrófagas tenham maior dificuldade em se alimentar. Na região onde opera a ATN (ZPE vale do Côa), no entanto, verificamos que muitas vezes a legislação não é cumprida, já que há muitos animais de morrem em parte incerta, ficando de facto no terreno e não havendo lugar à recolha das carcaças.
A legislação foi entretanto alterada, permitindo aos países que possuem populações de aves necrófagas conservar estas aves, permitindo aos produtores de gado a deposição/abandono de carcaças no campo. No entanto, espera-se ainda uma decisão por parte do Ministério do Ambiente (e da Direcção Geral de Veterinária) sobre a transposição desta para a legislação nacional.
Sobre a seca e as necrófagas
A reportagem menciona um efeito negativo da seca nas populações destas aves, o que não tem qualquer fundamento científico. A haver algum efeito, este poderá, em hipótese, ser precisamente o contrário. A seca pode provocar uma mortalidade mais elevada em herbívoros domésticos ou silvestres, o que poderá aumentar a disponibilidade alimentar dos abutres.
É extremamente importante dizer que os abutres NÃO ESTÃO A MORRER À FOME. As populações de aves silvestres têm oscilações anuais consideráveis e muitos factores influenciam o seu sucesso reprodutor e a sua sobrevivência (disponibilidade alimentar, perturbação, clima, etc). Nestas populações, o primeiro ano de vida das aves é o mais crítico, registando-se SEMPRE uma mortalidade natural bastante elevada, quer no ninho, quer numa fase posterior, quando as crias iniciam a fase de dispersão e busca de alimento. É muito difícil avaliar um ano isoladamente e concluir que uma população está a morrer à fome. As entidades que efectuam o seguimento anual destas aves recolhem dados sobre o número de casais nidificantes e sobre o número de crias voadoras (o vôo da cria determina o sucesso de um casal). Os dados são analisados em séries de anos (5, 10 anos, 20 anos, etc), que permitem observar tendências na população. E são essas tendências que indicam o estado de conservação de uma determinada espécie.
A situação actual das aves necrófagas
As populações de Grifo têm de facto AUMENTADO nos últimos anos (dados da ATN referentes ao número de casais nidificantes no vale do Côa). O Abutre-negro, que estava extinto como nidificante em Portugal, voltou a nidificar de forma natural. São poucos casais ainda, mas mostram que é possível recuperar estas espécies, trabalhando ao nível dos habitats e aumentando a tranquilidade de áreas importantes para estas aves. No vale do Côa, a população de Britango tem-se mantido estável nos últimos anos, e os restos de talho colocados no campo de alimentação da Faia Brava não são mais do que um SUPLEMENTO, já que esta espécie é também caçadora e tem uma dieta extremamente diversificada.
Estas são aves com elevado estatuto de conservação, NO ENTANTO, o nosso país tem um papel importante na sua salvaguarda e deve continuar a trabalhar arduamente para a sua conservação.
Mesmo que com uma pequena ajuda de medidas de excepção e pontuais como os alimentadores de abutres, os dados de estudos científicos e do seguimento anual destas populações que é levado a cabo por associações e pelo Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade apontam para uma situação para já estável no nosso país.
A ATN e a conservação das aves necrófagas
Finalmente, a Associação Transumância e Natureza vem apresentar a sua disponibilidade total para prestar mais esclarecimentos, de forma a permitir que a população seja infomada de forma mais detalhada sobre a importância destas espécies e sobre as medidas concretas que são implementadas no terreno para a sua conservação.
Na página web da ATN podem encontrar alguns trabalhos de investigação sobre o Britango da autoria de João Godinho e Eduardo Realinho (Universidade de Aveiro) e o relatório anual sobre a situação das aves rupícolas na Faia Brava - vale do Côa.
Na Faia Brava existe um campo de alimentação de aves necrófagas, que funciona de Março a Agosto - período de presença do Britango no nosso país. Nele são colocados restos de talho (oferecidos pelos supermercados locais) e, pontualmente, carcaças de equinos, asininos e animais silvestres vítimas de atropelamentos. Este campo de alimentação é gerido para a conservação do Britango no vale do Côa e presentemente é alvo de um estudo científico que estuda o seu impacto sobre o Britango e outras espécies necrófagas da Faia Brava. Apesar de ser uma medida de conservação válida, aplicada em muitos países e que apenas fornece um pequeno suplemento alimentar a esta espécie, não deixa de ser uma forma artificial de conservar uma população. Por isso, a ATN acredita que é importante estudar de forma continua este e outro tipo de medidas e ver o seu impacto real na natureza.
Para além do alimentador, a ATN realiza o seguimento anual da época de reprodução de todas as aves rupícolas da ZPE do vale do Côa e na Faia Brava, e efectua uma vigilância apertada de todas as actividades humanas na Faia Brava. A tranquilidade das aves é uma das medidas mais eficazes para a sua conservação, para além da sensibilização da população local.
De forma a financiar o funcionamento do alimentador e apoiar o trabalho de investigação dos estudantes da Universidade de Aveiro, a ATN construiu um abrigo de observação/fotografia no interior da vedações, onde é possível observar a alimentação das aves a 10 metros de distância.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Mais dois nascimentos na manada dos Garranos
Desde ontem, a manada de garranos da Faia Brava passou a ter mais dois elementos, tendo chegado aos 30 elementos. Esperam-se ainda mais nascimentos esta semana.
Fazemos um convite aos padrinhos e outros interessados para fazerem uma visita. Estes garranos mal nasceram já têm padrinhos, já que a lista de espera é concorrida. Os padrinhos são aliás mais do que simples apoiantes do projecto, eles são os donos dos cavalos de apadrinham.
Ficam aqui algumas fotos dos recém nascidos.
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